BMC Helix Roadshow 2026: Netra estará presente na edição de São Paulo
No dia 24 de setembro de 2026, São Paulo recebe o BMC Helix Roadshow 2026: No Limits. A Netra estará presente no encontro, que reúne líderes de TI, profissionais de operação, especialistas, clientes e parceiros para discutir uma mudança importante na gestão de serviços e operações de tecnologia.
A edição global do Roadshow parte de uma pergunta prática: quanto da capacidade das equipes ainda é consumido pela reação a incidentes, atividades repetitivas e tarefas manuais que poderiam ser prevenidas, automatizadas ou tratadas com mais contexto?
A resposta aparece no conceito de ServiceOps. A proposta aproxima gestão de serviços, operações, observabilidade, AIOps, automação e inteligência artificial para reduzir a distância entre o que o usuário percebe e o que acontece na infraestrutura que sustenta cada serviço.
Essa visão ganha uma nova camada com a inteligência artificial agêntica. Em vez de limitar o uso da IA a consultas e respostas, o BMC Helix vem ampliando o papel de agentes capazes de apoiar classificação, análise, recomendação, conhecimento e execução de atividades dentro dos fluxos de serviço e operação.
O que é o BMC Helix Roadshow: No Limits
O BMC Helix Roadshow é uma série global de eventos presenciais. A proposta é reunir profissionais que lidam com ambientes complexos de TI para conhecer estratégias, aplicações e experiências ligadas à evolução do ServiceOps.
A edição de 2026 trabalha o conceito No Limits. A mensagem central passa por transformar confiabilidade operacional em capacidade para crescimento, prevenção e evolução dos serviços.
Na programação global, o evento combina visão e estratégia, experiências práticas, histórias de clientes, sessões técnicas e conexão direta com especialistas e parceiros. Entre os temas aparecem ServiceOps, observabilidade, AIOps, IA generativa e IA agêntica.
A edição de São Paulo segue essa linha e traz discussões sobre serviços compartilhados, IA agêntica, gestão preditiva de capacidade, eficiência com ServiceOps, a nova fase do ITSM e construção de agentes de IA personalizados.
Da reação à prevenção
Grande parte da gestão tradicional de TI foi estruturada para responder bem quando algo acontecia. Um incidente era registrado, classificado, encaminhado, investigado e resolvido. Esse processo continua necessário.
O problema aparece quando a operação depende apenas da reação.
Ambientes híbridos e multicloud produzem volumes maiores de eventos, logs, métricas, alertas e relações entre componentes. O mesmo incidente pode envolver aplicação, infraestrutura, rede, banco de dados, serviço em nuvem e diferentes equipes.
Sem contexto, a quantidade de informação cresce mais rápido do que a capacidade de análise humana.
AIOps e observabilidade entram nesse ponto. Ao correlacionar eventos, identificar anomalias e organizar sinais do ambiente, essas capacidades ajudam a reduzir ruído e direcionar atenção para situações que exigem ação.
A evolução para modelos preditivos acrescenta outra camada. O objetivo passa a incluir a identificação antecipada de riscos e comportamentos que podem afetar a disponibilidade ou a capacidade dos serviços.
ServiceOps conecta atendimento e operação
ITSM e operações de TI muitas vezes cresceram em estruturas separadas. De um lado, ficam incidentes, requisições, mudanças, catálogo e conhecimento. Do outro, ficam monitoramento, eventos, capacidade, ativos e infraestrutura.
ServiceOps aproxima essas duas visões.
Quando uma solicitação ou incidente chega ao atendimento, a equipe pode trabalhar com mais contexto sobre o ambiente que sustenta aquele serviço. Quando um evento aparece na operação, sua relação com serviços, usuários e impactos pode ser compreendida com mais clareza.
Essa conexão depende de dados, automação, integrações e uma visão consistente de ativos e dependências. CMDB e Discovery têm papel importante nessa estrutura, porque ajudam a manter o mapa das relações que sustentam os serviços.
IA aplicada ao trabalho das equipes
A inteligência artificial aparece no Roadshow como uma capacidade incorporada ao processo.
No portfólio BMC Helix, recursos de IA apoiam atividades como classificação de tickets, pesquisa contextual em bases de conhecimento, geração de resumos, recomendação de ações e análise de situações operacionais.
A nova geração de agentes amplia essa aplicação. A BMC Helix apresenta agentes voltados a diferentes tarefas de ITSM e AIOps, como análise de logs, recomendação de melhores ações, avaliação de risco de mudanças, colaboração em incidentes, apoio ao catálogo e organização do conhecimento.
Para as organizações, o ponto central está na forma como essa capacidade entra no fluxo de trabalho.
Uma IA isolada pode responder perguntas. Integrada ao processo, ela passa a trabalhar com dados, regras, contexto, histórico e responsabilidades definidas. Isso aumenta a utilidade e também reforça a necessidade de governança.
Experiências práticas e casos de uso
Outro elemento do BMC Helix Roadshow é o formato prático.
A programação inclui sessões e laboratórios voltados a mostrar as capacidades em funcionamento. A Solution Expo aproxima demonstrações, casos de uso e especialistas para discutir como diferentes organizações estão aplicando ServiceOps e IA em seus ambientes.
Esse contato é relevante porque os desafios de TI raramente aparecem de forma idêntica.
Uma organização pode ter o problema concentrado em volume de chamados. Outra pode conviver com excesso de alertas, dependências pouco visíveis, processos administrativos dispersos ou dificuldade para acompanhar capacidade.
O valor da tecnologia depende da leitura correta desse contexto.
Por que essa agenda interessa ao setor público
Para organizações públicas, a discussão ganha uma dimensão adicional.
Serviços de tecnologia sustentam sistemas, atendimento, processos administrativos e serviços digitais que chegam diretamente ao cidadão. Disponibilidade, rastreabilidade, segurança e governança fazem parte da qualidade da prestação pública.
A lógica de gestão de serviços também pode se estender para além da TI. Catálogos, workflows, portais de autoatendimento e acompanhamento de SLA podem apoiar áreas administrativas, atendimento externo, infraestrutura, protocolo e outras funções de suporte.
Esse modelo é conhecido como Enterprise Service Management, ou ESM.
Quando bem estruturado, ele cria uma forma comum de organizar solicitações, responsabilidades, prazos e acompanhamento. A tecnologia deixa de aparecer apenas como ferramenta do service desk e passa a apoiar a gestão de serviços em diferentes áreas da organização.
A presença da Netra no BMC Helix Roadshow
A Netra atua em ambientes tecnológicos complexos e mantém BMC Helix como uma das trilhas de parceiros e soluções do seu portfólio.
A participação no BMC Helix Roadshow 2026 faz parte dessa proximidade com o fabricante, com especialistas e com as discussões que estão orientando a evolução da gestão de serviços e operações.
O encontro também cria espaço para observar como conceitos como IA agêntica, ServiceOps, observabilidade e prevenção estão sendo aplicados em situações concretas.
Para a Netra, essa conversa se conecta a uma questão conhecida pelos gestores de tecnologia: como organizar operação, serviços e automação de forma que a equipe tenha mais clareza sobre o ambiente e mais capacidade para responder às prioridades da organização.
BMC Helix Roadshow 2026: No Limits
24 de setembro de 2026
São Paulo
A Netra estará presente.
O que observar durante o evento
Para quem acompanha a evolução do ITSM e das operações de TI, alguns pontos merecem atenção especial.
O primeiro é o grau de autonomia dos agentes de IA dentro dos fluxos. A discussão deixa de ser apenas sobre geração de texto e passa a incluir ações, recomendações e decisões assistidas. Isso exige entender quais tarefas podem ser automatizadas, quais precisam de aprovação e como cada ação será auditada.
O segundo ponto é a integração entre dados de atendimento e dados operacionais. Quanto melhor essa conexão, mais rápido o time consegue relacionar uma manifestação do usuário ao comportamento do ambiente.
O terceiro é a prevenção. Organizações maduras começam a medir não apenas a velocidade para resolver incidentes, mas também a capacidade de reduzir recorrência e impedir que determinados problemas cheguem à produção.
Esses temas colocam tecnologia e gestão no mesmo plano. Ferramentas ajudam. O desenho de processo, a qualidade dos dados e a governança definem quanto valor será capturado.